segunda-feira, 28 de maio de 2018

A Metafísica do Gênesis


Mistérios Alquímicos e processos das mais elevadas iniciações estão descritos de forma velada no Livro de Gênesis da Bíblia.
Por desconhecimento das preciosas chaves que permitem a compreensão de tais símbolos, a maioria dos leitores desses textos sagrados não consegue ver mais do que simples narrativas que, se interpretadas literalmente, tornam-se desconexas e vazias.
A criação
Porém, se estudarmos o Gênesis do ponto de vista do esoterismo gnóstico, percebemos que ele não se refere apenas à criação macrocósmica e meramente física dos céus, da terra e de tudo mais que existe.
É possível ir além e encontrar em suas descrições referências concretas ao Microcosmo-Homem, assim nos explica o V.M. Samael Aun Weor.
Tais acontecimentos se dão com base na Corrente do Som ou Lei das Oitavas, que já foi explicada detalhadamente em outro texto.
“A Bíblia começa com Gênesis e conclui com o Apocalipse. Quem entende o Genesis? Quem entende o Apocalipse? Ninguém”
“Ninguém poderia entender o Gênesis se não fosse Alquimista”
“No Apocalipse de São João está toda Ciência da Grande Obra”.
A criação
“No princípio Deus criou os céus e a terra” Genesis 1:1
Os céus são os estado de consciência dentro de nós mesmos, dentro do homem mesmo, em níveis superiores de Ser. Enquanto a terra é o corpo físico do Homem, a terra filosofal citada pelos alquimistas medievais, esclarece o Mestre.
“A terra era sem forma e vazia e o espírito de Deus se movia sob a face das águas”. Genesis 1:2
“Está fazendo alusão aqui ao homem ignorante, simplesmente ao ‘bípede tricerebrado’ ou ‘tricentrado’, equivocadamente chamado ‘Homem’”,
A terra desordenada e vazia representa o animal intelectual que tem sua Mente na mais completa desordem, um verdadeiro caos, que crê unicamente no que lhe informam os cinco sentidos, que vive no mundo das paixões animais, que nada sabe sobre o Real, sobre o Esotérico, que é absolutamente ignorante, que nunca recebeu um raio de luz que o ilumine.
É o homem comum e corrente, o homem vulgar da terra.
Está claro que uma pessoa nessas condições não pode se desenvolver internamente, para isso, necessita de um impulso, que relacionando com a Lei das Oitavas: CHOQUE ESPECIAL.
O choque especial que atinge aquele que se encontra nas trevas da ignorância para que ele possa perceber seu estado e promover uma transformação é o Ensinamento, o Conhecimento.
É necessário que alguém leve até ele as ‘luzes do esoterismo’.

Origem
O Genesis diz que Deus criou a Luz dizendo: faça-se Luz e a Luz foi feita; e, separou então Deus a Luz das Trevas. Gênesis 1:3-4
A que treva se refere? Às trevas que estão dentro de nós mesmos, dentro desta terra filosófica. As trevas constituem os agregados psíquicos que personificam nossos defeitos de tipo psicológico: o ego.
Eles, em si mesmos, constituem as trevas que carregamos em nosso interior. Separar a luz das trevas é algo tremendo, porque essa luz é a Luz da Consciência Superlativa do Ser.
Arrancar as trevas, ou seja, desengarrafar a Consciência, extraí-la de dentro de cada agregado psíquico inumano, de fato, implica terríveis superesforços que se deve realizar aqui e agora.
“E a Luz chamou dia; e as trevas, noite”. Gênesis 1:5
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sábado, 19 de maio de 2018

Ramatis


Ramatis viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. De inteligência fulgurante, desencarnou bastante moço.
Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no Século IV, quando participou do Ciclo Ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu RAMAIANA.
Ramatis nos acompanha desde o tempo da Atlântica há 28.000 anos e algumas vezes encarnou-se para nos ajudar. Foi o grande filósofo Shy-Ramat na Atlântica, no Templo do Sol e da Paz; depois um sensato Grão Sacerdote no Egito, no tempo do faraó Amenhotep IV; mais tarde o insigne Pitágoras na Grécia, Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus; finalmente Rama-Tys, sacerdote budista avançado na Indochina, há 1.000 anos, quando muitos de nós aprendemos com Ele magnetismo, psicometria, radiestesia, vidência, terapia e telepatia.
Informa-nos Ramatis que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês.
Nesse templo procurou aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores. Na Atlântida foi contemporâneo, em uma existência, do espírito que mais tarde seria conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec (o codificador do Espiritismo), que era profundamente dedicado à Matemática e às chamadas ciências positivas.
Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, teve novo encontro com Kardec, que era então o sacerdote Amenófis, ao tempo do Faraó Merneftá, filho de Ramsés.
Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatis pôde aliciar setenta e dois discípulos que, no entanto, após o desencarne do Mestre não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica túnica azul e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. Os demais, sejam por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas lecionadas pelo Mestre. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da Cruz e do Triângulo, o restante disseminou-se pelo nosso orbe, em várias latitudes geográficas. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis, nas três Américas (do Sul, Central e do Norte), enquanto que os demais se espalharam pela Europa, principalmente, pela Ásia.
No templo que Ramatis fundou na Índia, esses discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à filosofia do Duplo Etérico. Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando fenômenos de levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviaram para aquele cenáculo de estudos espirituais. Mas o principal "toque pessoal" que Ramatis desenvolveu em seus discípulos, em virtude de compromisso que assumira para a Fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo.
Ele nos adverte sempre que seus íntimos e verdadeiros admiradores são também incondicionalmente simpáticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos de exclusivismo doutrinário ou de dogmatismo e devotam-se com entusiasmo a quaisquer trabalhos de unificação espiritual. O que menos os preocupa são as questões doutrinárias dos homens, porque estão imensamente interessados nos postulados crísticos.
Ramatis se nos apresenta à visão psíquica com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírico translúcido. Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos firmarem suas sandálias. Cobre-lhe a cabeça um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caídos sobre os ombros. Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo de suave lilás luminoso, que emoldura uma delicada cruz alabastrina.
Essa indumentária é um misto de trajes orientais, tipo de vestuário hindu-chinês, raríssimo, porque se deriva de antigo modelo sacerdotal, muito usado nos santuários da desaparecida Atlântida. Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática: a cor carmim indica o "Raio do Amor"; o amarelo o "Raio da Vontade"; o verde o "Raio da Sabedoria" e o azul o "Raio da Religiosidade". Um último cordão branco, que pudemos perceber, é o símbolo da liberdade reencarnatória.
Os relatos acima são todos de Hercílio Maes, seu principal médium, extraídos da 1.ª edição do livro Mensagens do Astral, ou que foram passados a outrem pelo próprio Hercílio.
Mais recentemente, em mensagem dirigida ao grupo, assim se definiu:
"Diga-lhes que sou Ramatis, filho de Rama e Tiseuama. Pai Rama: sol, brilho interior, luz que ilumina o caminho do iniciado e Tiseuama: estrada que conduz, o caminho que ensina, a vida que amadurece o Espírito menino. Diga-lhes que sou Ramatis, filho de Rama e Tiseuama, do pai material tapeceiro, mas devoto dos ensinamentos de Osíris, e Tiseuama, mulher sacerdotisa de conhecimentos profundos na arte religiosa, de como dirigir-se e conquistar corações em desalento sobre a proteção da Luz e do Amor. Tiseuama foi minha mãe material e meu pai chamava-se Rama.
Estes são nomes reais, dos pais biológicos que tive há mil anos atrás."

quarta-feira, 16 de maio de 2018

O Eu Superior & outras Questões - O que é o Eu Superior?


O Eu Superior é a nossa alma. É a metade do nosso ser que ficou lá em cima, quando encarnámos pela primeira vez. É a nossa natureza divina e o nosso guia espiritual. O Eu Superior sabe tudo sobre nós, qual a nossa missão, o nosso caminho, e a melhor maneira de seguir o nosso processo evolutivo, pois ele tem a memória de todas as nossas vidas passadas, a consciência do que é melhor para nós no presente, e o que nos aguarda nas vidas futuras. Só temos que aprender a ouvi-lo, a senti-lo…
Como comunicar com o Eu Superior?
A melhor forma de acedermos ao nosso Eu Superior é conectarmo-nos espiritualmente com ele. Através de exercícios de meditação e de conexão espiritual poderemos aprender a ouvir no mais profundo do nosso ser o que ele tem para nos dizer. É só conectarmo-nos, ele está lá à nossa espera, pronto para nos orientar em todas as nossas escolhas. E assim, seguindo a nossa intuição, que é a linguagem da nossa alma, poderemos aprender a descobrir o caminho do que é para nós. O caminho da nossa verdadeira essência.
O que é a nossa Essência?
A nossa essência é aquela luz brilhante que todos nós temos no centro do nosso peito. É a fonte da nossa própria energia. Que também tem de ser alimentada, com o que nos traz felicidade, paz de espírito e serenidade à nossa alma. Quando a nossa essência está feliz, essa luz ilumina-se e irradiamos energia luminosa e positiva à nossa volta. Quando está triste ou perturbada, com algo que sentimos, que fizemos ou que nos fizeram, é altura de ir lá acima, limpar a densidade que acumulámos no nosso peito, e reenergizá-la com a energia divina do céu e o amor incondicional que nos espera sempre que vamos lá acima.
O que é “o acordo na nuvem”?
É o acordo que a nossa Alma faz, antes de encarnar, em que determina qual a sua missão nessa vida, qual o caminho a seguir e quais as pessoas que irá atrair como família, amigos, colegas de trabalho, etc, que a irão ajudar a resolver nessa vida as questões e emoções que traz por resolver de outras encarnações. As pessoas que normalmente consideramos inimigos, e que também escolhemos atrair neste acordo, são na realidade anjos disfarçados, pois são eles que nos trazem as grandes aprendizagens e as maiores lições do que temos ainda por aprender.
Podemos aceder ao acordo que fizemos com algumas pessoas antes de encarnar? Como?
Podemos sim, através da conexão ao nosso Eu Superior (Alma) ou, com a ajuda de uma terapeuta especializada, ao Eu Superior da pessoa em questão. Basta perguntar-lhe e ouvir ou sentir no mais profundo do seu ser as respostas que ele tem para lhe dar. Se individualmente não conseguir, pode sempre recorrer a uma regressão para que a terapeuta o ajude a aceder à memória desse momento.
O que é uma "abertura de canal de memória"?
É um processo de desbloqueio espiritual no qual a pessoa consegue aceder ao seu registo akáshico, ou seja, à memória da nossa Alma, onde estão guardadas as recordações de todas as nossas vidas passadas.
O que fazer quando temos uma "abertura de canal de memória"?
Deixar a mente totalmente a zeros, ou seja, evitar qualquer tipo de racionalização ou pensamento, para que a imagem ou cena de determinada vida passada possa ser visualizada ou sentida na sua totalidade. O facto dessa imagem ou cena lhe surgir nesse preciso momento significa que há uma emoção/questão não resolvida que traz energeticamente do passado para resolver agora na sua vida presente.
O que é subida de frequência energética?
É elevar a nossa energia, através da conexão às energias do céu. Quanto mais nos conectarmos e nos limparmos da densidade que abunda no mundo da matéria, mais a nossa energia se vai transformando, elevando assim a nossa frequência energética.
O que é uma Limpeza Espiritual?
É um processo de conexão espiritual que nos permite aceder às energias do céu para retirar a densidade que temos acumulada no nosso peito, limpá-la, e depois voltar a reenergizar espiritualmente o nosso ser. Pode ser feita individualmente através de uma série de exercícios de meditação específicos ou, em situações em que a auto-limpeza é insuficiente, com a ajuda de uma terapeuta especializada.
O que é Densidade?
Densidade é todo o tipo de energia negativa que acumulamos no nosso dia-a-dia, ao longo da(s) nossa(s) vida(s). Pode surgir dos nossos pensamentos, gestos ou emoções, pode acumular-se por algo que os outros nos disseram ou fizeram, e pode também surgir de entidades que imperceptivelmente apanhamos. A melhor maneira de nos libertarmos dessa densidade é através de um processo de Limpeza Espiritual.
publicado por Projecto Alexandra Solnado

terça-feira, 1 de maio de 2018

COMO CURAR SEU CORPO EMOCIONAL - Deepak Chopra




Sempre que uma emoção negativa emergir, você pode substituí-la por algo novo. Todos temos uma imagem mental do que é um corpo físico desejável — bem condicionado, saudável, jovial, viçoso, agradável de se ver. Mas não usamos essas qualidades em relação às nossas emoções, nosso “corpo emocional”. O corpo emocional, assim como o corpo físico, tem de ser propriamente nutrido. Ele pode ficar cansado e flácido ao ter as mesmas reações, repetidamente. Ele se torna enfermo quando exposto a toxinas e influências insalubres.
Toda vez que você sente uma emoção negativa, seu corpo emocional está expressando desconforto, fadiga ou dor. Preste atenção a esses sintomas, da mesma maneira como faria com uma dor ou desconforto físico. Se você tivesse uma pedra no sapato, não hesitaria em removê-la. No entanto, quanto tempo você já suportou as pedras espirituais de seu sapato? De várias formas, nossas prioridades devem ser revertidas. Pense no tempo e no dinheiro gastos para evitar o envelhecimento.
Empenhamos um esforço enorme para garantir um corpo saudável e funcional até a idade avançada. No entanto, ironicamente, é o corpo emocional que é imune ao envelhecimento. Não há motivo para que as emoções envelheçam, porque a fonte de frescor e renovação está sempre à mão. Seu corpo emocional deve permanecer vigoroso, alerta, flexível e agradável às experiências. Acho que uma única frase — “a leveza do ser” — engloba todas essas qualidades.
As crianças naturalmente sentem a leveza do ser. Elas brincam e riem; esquecem os traumas e rapidamente se recuperam. Qualquer coisa que sintam logo vem à superfície. Esse período descontraído pode não durar muito. Observando uma criança atentamente, você pode ver o começo das tendências que levarão ao sofrimento futuro, conforme a sombra ensina suas táticas de projeção, culpa, remorso e todo o restante. É por isso que reconstruir o corpo emocional, em longo prazo, é a melhor estratégia para todo mundo — seu futuro depende da eliminação do seu passado. A chave é ter uma perspectiva, que você pode implementar todos os dias. Porém, sem uma perspectiva, até mesmo o melhor dos conselhos fica a esmo e fragmentado.
Uma perspectiva para a reconstrução do corpo emocional inclui ao menos alguns dos pontos a seguir:
Tornar-se mais inteiro.
Aprender a ser resiliente.
Dissipar os demônios do passado.
Curar antigas feridas.
Esperar o melhor de si mesmo.
Adotar ideais realistas.
Empenhar-se.
Ser generoso, principalmente com sua alma.
Enxergar além dos medos.
Aprender a autoaceitação.
Comunicar-se com Deus ou seu eu superior.
O mais importante na reconstrução do corpo emocional é se tornar mais inteiro. As emoçõesnão podem ser remodeladas isoladamente. Elas se fundem, se mesclam aos pensamentos, ações, aspirações, desejos e relacionamentos. Todo sentimento que você tem se desloca de maneira invisível, rumo ao ambiente, afetando as pessoas ao redor, a sociedade e o mundo. Depois de ter trabalhado com milhares de pessoas ao longo dos anos, pude perceber que sem a plenitude tudo o que conseguimos criar é uma mudança superficial. Sendo assim, vejamos se é possível abordar sua vida como uma realidade, um processo que engloba todo o pensamento e a ação que você já teve ou terá.
Isso pode soar um tanto sufocante, porém, para escapar da névoa da ilusão, a única maneira de sair é a realidade. Na verdade, só há uma realidade. Você não tem como se separar dela. Nem vai querer, uma vez que puder enxergar a enorme vantagem de viver na plenitude. Seu self separado, que tem uma participação pessoal no mundo, não se trata de quem você realmente é. Na verdade, isso pode ser uma total ilusão, e foi o que Buda disse. O self que você defende todos os dias, como seu ponto de vista ímpar, é uma ficção conveniente que faz com que o ego se sinta bem. O que o ego não percebe, no entanto, é que ele se sentiria muito melhor se abrisse mão da parte limitada e egoísta no mundo. Quando isso acontecer, o verdadeiro self pode emergir. Então, e somente então, a plenitude será possível.
Deepak Chopra