domingo, 22 de julho de 2018

A LUZ DO Sol Espiritual



Visualizações de Cura 
1) Pessoal


Respire profundamente, coloque a atenção ao alto olhando diretamente para o Sol, mas com os olhos do espírito para que possa preservar suas retinas físicas, fixe esse olhar mental no Sol e inspire o Sol.

 Apresente para o Sol algo que deseja curar em você. Agora imagine uma tocha de fogo purificador se desprendendo direto do corpo do Sol, se dirigindo até você como um cometa que se move na velocidade da luz, transportando a dose exata para a cura que você deseja, rasgando a atmosfera e penetrando diretamente no local que você deseja curar. 


Sinta, o baque causado quando essa energia se choca ao local, imagine, visualize esse fogo 🔥 agindo com um poder avassalador neste local, queimando e desmagnetizando toda a criação enfermiça que estava aí, restaurando ao mesmo tempo em que queima, limpando a aura, os chakras e memorias negativas e programações e iluminando. 

Visualize o local como uma brasa acessa que arde sob a ação curadora do Sol, se metamorfoseando restabelecendo a Perfeição Divina. 

Visualize o local completamente curado. Agora, deixe que o Sol envolva você por inteiro e cure também suas emoções. Mentalize os sentimentos que deseja se libertar e permita que o Sol os arrebate em seu fogo 🔥 de libertação. 

O sol é pura consciencia de Deus e expande minha consciencia em várias dimensões.
Está feito!

2) Para o Planeta
Imagine também a Terra como lugar que você deseja curar. Assim como nós, a Terra também possui muitos corpos que são camadas vibrando em várias dimensões, carregando os registros de todos os acontecimentos desde a sua criação.

 Visualize o Astro Rei curando e transmutando todas as energias negativas de milhões e milhões de anos de existência do Planeta em todas as suas camadas, em todas as dimensões de manifestação e em todos os registros akáshicos das linhas de tempo/espaço, nesse instante mesmo! 

Sinta que você se torna agora um canal por onde flui livremente a energia da Luz Dourada do Sol, perceba que você está ajudando no aterramento dessa energia em nosso Planeta, junto com os milhares de sóis que emanam todos os raios cósmicos sagrados. 

Textos de Omraam Mikhaël Aïvanhov

sábado, 14 de julho de 2018

Meditação ESFERA DE LUZ






Meditação ESFERA DE LUZ


Sentando-se sossegadamente com os olhos fechados ou ligeiramen­te abertos, imagine uma esfera luminosa de luz, como o sol, brilhan­do no espaço à frente e acima de você. 

Deixe essa esfera ser uma representação idealizada de todas as qualidades mentais, físicas, emo­cionais e espirituais que você mais deseja energizar e incorporar em sua vida, nesse momento  (saúde, luz magnética, carisma, expandindo amor, inteligencia, sabedoria).

 Imagine nitidamente que está absorvendo todos os raios dessa fonte de luz e sua energia de relaxamento, cal­ma, clareza e força interior, como se estivesse tomando banho de sol. 

Sinta esses raios o encharcando, penetrando o corpo e a mente — mais profunda e completamente com cada respiração. Deixe esses sentimentos de calma, força interior e harmonia crescerem e resplan­decerem dentro de você.

Agora imagine que dessa esfera luminosa e brilhante saem fi­lamentos de luz em direção a todos os cantos do universo, a todas as fontes de inspiração, cura e energia harmonizadora de que você pre-
cisa nesse momento.


 Imagine esses raios de luz trazendo de volta a essa esfera todo o poder de cura e harmonização que existe na tota­lidade do espaço e do tempo. 

Tudo despeja de volta na brilhante es­fera de luz, tornando-a um cristal carregado que o banha com a luz de um bilhão de sóis refulgentes. 

Agora imagine essa brilhante ener­gia de luz fluindo em sua direção, dissolvendo completamente toda a tensão e dor, todas as angústias e preocupações, curando e desobstruindo os lugares no corpo, coração e mente que precisam tornar-se íntegros.

 Sinta as nuvens interiores de escuridão desvane­cerem nesse jorro de luz resplandecente. Sinta a névoa de indolência e embotamento se dissolverem completamente em uma calma inte­rior vitalizada.



Imagine essa brilhante esfera de luz aproximando-se agora, des­pejando sua luz sobre você. Deixe-a chegar ao topo da cabeça. Sinta um jorro de luz limpadora, curativa e purificadora inundando-o, lavando-o por inteiro até deixá-lo completamente limpo e purifica­do.

 Imagine nitidamente o seu corpo como um cristal inundado com a luz do espectro solar. Agora imagine essa luz derramando através de você, brilhando do coração através dos olhos, através dos poros da pele. 

Transbordando para o mundo. Fluxo e refluxo de ondas de luz curativa, auxiliadora, cristalina e espectral brilhando em sua di­reção. Fluindo através de você e para o mundo.

Agora, se desejar, imagine essa esfera luminosa descendo sobre você como uma supernova brilhante e gloriosa de poderosa luz espectral, desembocando em um mar cristalino, fundindo e se de­compondo no espaço aberto e luminoso dentro de você, em sua aura.




Imagine que ela transforma o corpo e a mente em um estado vasto e aberto de claridade e luminosidade desimpedidas, e que as emoções são trans­formadas em poder, harmonia, generosidade e confiança.

Sinta-se como um ser radiante. Sinta essa profunda energia vital fluindo profundamente através de você e para o mundo. Experimente o poder pacífico desse modo de se ver.

 Imagine que essas ondas de sentimento positivo são como clara luz do espectro solar que pode alcançar os outros de modo a trazer-lhes alívio, inspiração,carisma, magnetismo. liberação do amor, alegria, prosperidade,  energia ou qualquer outra coisa de que necessitem. Que haja bênçãos por onde quer que você dirija sua atenção.


Se por um momento nos livramos de nosso eu insignificante, não desejamos mal a ninguém, não reconhecemos qualquer mal, deixamos de ser nada além de um cristal que reflete um raio — o que não haveremos de refletir! Qual não será o universo que aparecerá cristalizado e radiante à nossa volta.


— Henry David Thoreau

Postado por dharmadhannya


sábado, 7 de julho de 2018

SOMBRAS E ALQUIMIA


A transmutação dos metais comuns em metais nobres, a busca da pedra filosofal, era o equivalente à busca de integração e conscientização do centro da personalidade, o Self. A Alquimia nunca foi hostil aos movimentos religiosos dominantes, mas formava uma espécie de tendência subterrânea compensatória.
“O esforço da Alquimia visa a preencher as lacunas deixadas pela tensão dos opostos no Cristianismo.” (Jung, 1994: par. 26)
Essa tensão entre opostos no Cristianismo de que fala Jung, refere-se principalmente à oposição irredutível entre o Bem e o Mal, na qual o Bem é representado exclusivamente por Cristo e o Mal se expressa na figura do demônio. Assim, o cristão é atirado num conflito e sofrimento insuportáveis, já que o Bem equivale a uma imitação incondicional de Cristo e o Mal a tudo que se opõe a isto. As exigências éticas do cristianismo acabaram por tornarem-se uma impossibilidade de serem vividas integralmente na vida prática.
“O mundo cristão transformou a antinomia entre o bem e o mal num problema universal, erigindo-a em princípio absoluto através da afirmação dogmática dos contrários [...] Essa imitação de Cristo, tomada em seu sentido mais profundo, implica um sofrimento intolerável para a maioria dos homens.” (Jung, 1994: par. 25)
Outra lacuna do Cristianismo é o impedimento a qualquer busca ou experiência pessoal do sagrado. Todo conflito deve ser resolvido dentro do âmbito dogmático, acreditando-se apenas naquilo que é prescrito pela Igreja. Disso resulta que o Cristianismo se constituiu como uma religião essencialmente patriarcal, fato este expresso no simbolismo da Trindade.
“O dogma insiste em que o ‘três’ são ‘um’, mas se recusa a reconhecer que os ‘quatro’ sejam ‘um’. Sabe-se que os números ímpares sempre foram masculinos não só para nós, ocidentais, como também para os chineses; quanto aos números pares, são femininos. Assim, a Trindade é uma divindade explicitamente masculina.” (Jung, 1994: par. 25)
Contrapondo-se a isto, a Alquimia propõe seu axioma central, ou seja, o aforismo de Maria Prophetissa:
‘Um torna-se dois, dois torna-se três, e do três provém o um que é o quarto’. Dessa forma, os números ímpares do dogma cristão são entremeados pelos números pares que significam o feminino, a terra, o subterrâneo e até mesmo o próprio mal.” (Jung, 1994: par. 26)
Esses temas são as sombras do cristianismo que a Alquimia procurou retomar em caráter compensatório. Para os alquimistas a matéria era uma contraparte viva e feminina do criador espiritual, e não algo que ficava à margem participando apenas lateralmente. Na Alquimia a matéria era um princípio igualmente divino, chamado freqüentemente por “matriz”, a qual complementava o princípio masculino espiritual da “forma” ou “ação da região etérea sobre os elementos” (Franz, 1998:46).
Ao realizar seus experimentos sobre a matéria nos seus laboratórios, o alquimista entrava em contacto com o inconsciente, a psique objetiva, e projetava os conteúdos arquetípicos nas operações alquímicas. Muitos deles de temperamento extrovertido permaneceram apenas no nível químico de sua busca, mas para muitos outros se ressaltou o aspecto simbólico do seu trabalho e seus efeitos psicológicos de autotransformação.
“Os alquimistas preferiam, de modo pouco eclesiástico, a busca do conhecimento à verdade oferecida pela fé, ainda que como homens medievais se julgassem bons cristãos.” (Jung, 1994: par. 41)
Franz (1998:36) diz que nesta cisão entre o dogma oficial do cristianismo e a corrente subterrânea da Alquimia, estariam as raízes do que hoje chamamos de divisão entre religião e ciências naturais. O alquimista tentava resgatar o espírito oculto na matéria ao valorizar o feminino e aceitar o mal na forma da nigredo (uma das fases da Obra) como parte integrante do processo alquímico. Assim, tentava manter juntos os opostos cindidos pelo cristianismo.
Além disso, seu método de trabalho incluía igualmente métodos objetivos de laboratório, e métodos introspectivos de imaginação ativa, meditação e observação dos seus sonhos. No entanto, no séc. XVII a Alquimia tornou-se uma ciência natural, puramente extrovertida, excluindo os aspectos psicológicos, filosóficos e religiosos, os quais foram completamente desvalorizados para a formação da ciência prática da Química. E assim, a “religião foi guardada na gaveta para os domingos” (Franz, 1998:37).
Mortificatio (Edinger, 1995:165-197): A opus alquímica têm três estágios: nigredo, albedo e rubedo. A mortificatio relaciona-se com a primeira fase da obra, a nigredo.
Nigredo, ou cor negra, refere-se à sombra ou lado escuro da nossa personalidade que está oculto à luz da consciência. O encontro com a sombra é o primeiro passo no processo de individuação. Está relacionado com a dor, sofrimento e morte na Alquimia. Imagens ligadas à tortura, mutilação, apodrecimento (putrefactio) são pré-requisitos para imagens posteriores de crescimento, ressurreição e renascimento. De acordo com a lei dos contrários (enantiodromia) a intensa consciência do escuro constela o lado oposto, a luz.
A mortificatio fala da morte de vários aspectos psíquicos que devem passar por este processo para sua transmutação:
a) Dragão: a imagem do dragão personifica a psique instintiva, a prima matéria. O mito do herói que salva a donzela do dragão expressa a necessidade do resgate da alma da sua prisão nas formas instintivas, primitivas e infantis.
b) O rei; o leão e o sol: referem-se ao princípio diretor do ego consciente e ao instinto de poder, os quais devem ser mortificados para que surja um novo centro, o Self. O velho rei representa um princípio dominante que perdeu sua eficácia e deve submeter-se à transformação.
c) O sapo: é uma variante simbólica do dragão. O sapo como prima matéria representa o desejo irrefreado. É o tema da pessoa ávida, insaciável que se afoga nos próprios excessos. Os desejos devem ser mortos nas suas formas projetadas, de cunho obsessivo.
d) A donzela; os inocentes: a imagem do sacrifício dos inocentes ou da donzela corresponde à necessidade do sacrifício da pureza ou inocência para poder se efetuar a ampliação da consciência. Por exemplo, o mito de Adão e Eva no Paraíso nos fala da consciência que surge depois de se provar do fruto da Árvore do Bem e do Mal.
e) Morte, cemitérios, funerais: imagens que ressaltam a necessidade da morte para que a vida ressurja, estão sempre conectadas ao plantio e germinação de sementes.
f) Lua: simbolismo cíclico da Lua que morre e renasce a cada mês.
g) Corvos ou abutres: pela cor negra, vinculação com a morte e o anúncio de maus augúrios são sempre associados com a mortificatio. A partir da experiência das trevas e do vazio, pode acontecer o encontro com o companheiro interior, o Self.
h) A paixão de Cristo: o intenso sofrimento de Cristo, torturado, flagelado e crucificado é freqüentemente identificado pelos alquimistas com sofrimentos pelos quais passa a prima matéria no seu processo de transformação. O ego tem que se sacrificar para se encontrar com o Self. No entanto, Jung ressalta uma grande diferença entre a vivência do alquimista e do cristão com relação a este arquétipo.
Jung ressalta que poucos experienciam a imagem divina como a qualidade mais íntima da própria alma, se relacionando apenas com um Cristo exterior. Da mesma forma, o mal é dificilmente vivido como algo importante no caminho do autoconhecimento como a contrapartida de igual peso ao bem. A conjunctio, etapa final da opus é justamente a possibilidade de aproximar os opostos de modo a gerar o novo, a pedra filosofal ou a criança divina.
“A problemática dos opostos suscitada pela sombra desempenha um papel importante e decisivo na alquimia, uma vez que conduz à unificação dos opostos no decorrer da obra, sob a forma arquetípica do ‘hierosgamos’, ou seja, das ‘núpcias químicas’. Nesta, os opostos supremos sob a forma do masculino e do feminino (como no Yang e Yin chinês) se fundem numa unidade em que os contrários desaparecem, unidade esta incorruptível.” (Jung, 1994: par. 43)
Assim, a aceitação da sombra e do paradoxo que ela traz para a psique é fundamental para a vivência da verdadeira espiritualidade que se expressa no processo de individuação através da busca da totalidade e não da perfeição, pois: “Só o paradoxal é capaz de abranger a plenitude da vida. A univocidade e a não-contradição são unilaterais e, portanto não se prestam para exprimir o inalcançável.” (Jung, 1994: par. 18)
Vera Lucia Paes de Almeida

sábado, 30 de junho de 2018

Os 12 Chacras e a Cura Emocional




Os 12 Chacras e a Cura Emocional
Primeiro Chacra
O primeiro chacra, ou chacra básico, está relacionado ao sentimento de segurança, abrigo, abundância, sorte.
O elemento que rege o primeiro chacra é o elemento terra. O elemento terra representa os pés no chão, que é a terra. É o nosso planeta, o nosso abrigo, a nossa casa. É a terra que fornece tudo o que temos do mundo material. O nosso corpo, os nossos alimentos, nossas casas. A terra contém a forma, pode ser utilizada para fazer barreiras, potes, tijolos.
Em equilíbrio, este chacra nos dá segurança, abrigo, sensação de amparo, boa situação financeira, coragem para agir. Normalmente, o medo serve para nos preservar de perigos reais.
Este chacra quando está bloqueado corresponde ao medo. O medo é o resultado da repulsa ao sofrimento e o sofrimento resulta seja da falta de algo ou alguém ou do excesso algumas vezes.
Esta sensação no nosso corpo se espelha pelos hormônios produzidos pelas glândulas adrenais, que são a noradrenalina, os corticóides. Os rins seriam órgãos regidos pelo primeiro chacra e na medicina chinesa os rins são ligados ao medo, porém este medo surge para provocar doenças nos rins, principalmente cálculo renal (que são as pedras nos rins - excesso de elemento terra). Em desequilíbrio, com o chacra bloqueado, a pessoa pára de agir, paralisa ou começa a agir baseando-se no medo e na escassez. Existe a sensação de desamparo, abandono, desespero. A ansiedade toma conta. A sensação de que tudo vai dar errado toma conta, a pessoa acredita que tem azar.
A palavra "terror", um medo muito grande, parece ter uma raiz na palavra terra. A expressão "medo aterrador", que é como o terror, um medo tão grande que faz com que o elemento terra fique em excesso.
Para se curar dos medos, a conscientização das crenças negativas e de que o medo é ilusório é muito importante. Na grande maioria das vezes, o sofrimento que provocou o medo já não existe mais. Se existe, deve-se tomar consciência e agir para modificar a fonte de sofrimento ou minimizar esta fonte.
Segundo Chacra
O segundo chacra, ou chacra sexual, está relacionado às sensações de prazer e dor. É o começo da dualidade, das polaridades, simbolizados no masculino e feminino. Em equilíbrio, o sentimento aqui é de prazer, de amor ao estar com outras pessoas, de afetividade.
O medo gerado no bloqueio do primeiro chacra gerou a separação entre as pessoas. Um relacionamento amoroso equilibrado, saudável, faz com que nós experimentemos novamente um sentimento de proximidade e unidade com o outro mesmo que não completo.
A dor pode ser proveniente do sofrimento e o prazer pode ser excessivo ou sem respeito aos outros para compensar a dor ou fugir da dor, levando a doenças pelo desequilíbrio. Isto gera a culpa. A história de Adão e Eva que perderam o paraíso pelos prazeres sexuais incutiu na cabeça das pessoas a ideia de culpa e pecado. Em verdade, uma sexualidade com equilíbrio e respeito é saudável e leva a uma vida emocional equilibrada. Porém, com excessos ou falta, sem respeito às outras pessoas, leva a doenças.
As glândulas deste chacra são as gônadas. Os hormônios sexuais geram comportamentos complementares e antagônicos entre os sexos.
O elemento que rege o segundo chacra é o elemento água. O elemento água é o oceano, os rios, o gelo, as nuvens e a chuva e está presente no corpo de todos os seres vivos. A água tem um movimento e se molda por onde passa, ela flui de acordo com seu recipiente. Por ter um movimento, é a dança, com movimentos suaves, sensuais, fluidos. Este é o elemento que rege as emoções. As lágrimas são a água que sai do nosso corpo quando estamos emocionados.
Devemos buscar respeitar o outro, respeitar as diferenças e harmonizar os opostos, compreender a complementaridade dos opostos. Quando nos curamos das feridas dos relacionamentos, conseguimos deixar as emoções fluírem como uma onda no mar e isto nos traz paz.
Terceiro Chacra
O terceiro chacra é ligado aos desejos, às mudanças de atitude, às transformações. Estes desejos muitas das vezes são ligados a memórias de vidas passadas, por isto é que se diz que este chacra tem a ver com os carmas das outras vidas. Exemplo: Uma pessoa em outra vida cometeu injustiças e nesta vida resolve se redimir e vai trabalhar com o setor de justiça.
Quando em equilíbrio, os desejos são realizados mesmo apesar de todos os obstáculos que aparecem no caminho. A pessoa aceita as mudanças com naturalidade e consegue rapidamente se adaptar a novas atitudes.
As glândulas relacionadas a este chacra são o pâncreas e o baço. O sistema digestivo está ligado a este chacra. A digestão adequada gera a energia que precisamos para viver. Esta energia é denominada CHI pela medicina chinesa.
O elemento deste chacra é o fogo. O fogo é energia e leva à transformação da matéria. A energia do calor é necessária para que reações químicas sejam realizadas. O fogo também faz com que o estado físico da matéria se modifique.
Em desequilíbrio, a cada vez que o desejo da pessoa não é satisfeito, gera frustração e raiva. Isto pode levar a atos violentos e até a destruição e morte de pessoas. Como esta energia vai se acumulando nesta forma, devemos tomar cuidado para não nos levarmos para este lado. Quem tem raiva é conhecido como esquentado, fica com o rosto vermelho e quente. A pessoa pode ter cólicas quando está com raiva. O fígado é muito afetado e geralmente os que tem um comportamento explosivo tem doenças do fígado. A gastrite e a úlcera surgem quando há alguma frustração ligada com a raiva.
É por isto que as pessoas falam "pôr lenha na fogueira", "apagar o fogo" quando se referem a conflitos. Zonas de conflitos que podem levar à guerra são chamadas de "barril de pólvora".
Se o obstáculo a ser vencido é sua maneira de agir para atingir determinado objetivo, então você deve arranjar uma maneira diferente de agir. Se for a frustração ou raiva por conta da impaciência com alguma pessoa, se você precisa conviver com esta pessoa, você precisa desenvolver a humildade para não pensar que a culpa é toda do outro, para que não jogue a culpa no outro. Deve desenvolver a paciência, a tolerância, a compaixão para não explodir.
Quarto Chacra
O quarto chacra lida com as emoções de amor e perdão, de compaixão e caridade. É muito importante nesta Era, pois é com o chacra cardíaco, com o coração é que vamos conseguir entrar na Era de Ouro. É apenas com a bondade, com o respeito ao próximo e o amor ao próximo que poderemos avançar no caminho da ascensão.
O elemento deste chacra é o ar. O ar possui a leveza e a fluidez, é o que nos leva para cima, para o vôo da alma. É por isto que dizem que o amor está no ar. A brisa refresca, traz as sementes, leva as nuvens para onde a água é necessária. É de onde extraímos o Prana. Se um relacionamento não deixa espaço para o outro, a pessoa pode dizer que não consegue nem respirar, que o relacionamento está sufocando.
A glândula que está ligada a este chacra é o timo. Mesmo nos adultos, ele existe no plano etéreo. O timo regula a imunidade, o sistema imunológico, ele reconhece o que é próprio do organismo e o que não é. É considerado uma glândula porque suas células secretam citocinas que seriam reguladores da resposta imunológica. O coração e os pulmões estão ligados a este chacra também.
Quando o indivíduo está com a auto-estima abalada, por não se sentir amado, por sentir culpa demasiada, pode desencadear uma reação do organismo contra ele próprio. Seriam as doenças auto-imunes, geradas no timo. O coração sofre com as perdas e pode resultar num instinto suicida se estiver carregado de culpa demasiada por não conseguir suprir todas as necessidades dos outros. Infartos, arritmias, problemas estruturais podem acontecer. Os pulmões se enchem de tristeza por decepções e mágoas e isto provoca asma, pneumonia entre outras doenças.
É com o perdão que nos livramos das mágoas. É com o auto-perdão que conseguimos melhorar a auto-estima, diminuir a culpa. É com o amor próprio que desenvolvemos a capacidade de amar o próximo também e assim nos sentimos amados.
Quinto Chacra
O quinto chacra é o laríngeo. Está ligado a assumir as verdades de nós mesmos, de sermos nós mesmos perante os outros e a nós mesmos, de aceitarmos nossas sombras e qualidades. Nós nos expressamos para os outros principalmente pelo som.
O elemento deste chacra é o som. Mas alguns falam também no éter, que seria o que os cientistas hoje chamam de matéria negra. O conceito de matéria negra é que existe algo que molda e comando onde uma galáxia surge, onde um planeta fica, um cometa, uma estrela... Seria um molde onde toda a matéria se assenta. Por isto, este chacra tem a ver com a materialização dos nossos desejos, porque com as palavras atraímos o que falamos. Por isto devemos ter cuidado com nossas palavras, principalmente em relação a outras pessoas.
Se não nos aceitamos, se não aceitamos o que sentimos, se não colocamos para fora o que pensamos e sentimos, temos a sensação de estarmos com um nó na garganta. Ou temos a sensação de que estamos engolindo sapos, estamos tendo de fingir que nada está acontecendo, mas a situação pela qual estamos passando é abusiva. Se nós somos o instrumento de repressão do outro, podemos também adoecer pelo chacra laríngeo, pois não estamos deixando o outro ser o que é. Podemos ter problemas de cordas vocais. Ou mesmo doenças da tireóide, que alteram o nosso ritmo e isto nos tira a identidade.
É muito importante nos aceitarmos como somos e sermos o que somos para os outros. Colocar as emoções para fora. É claro que existem situações de perigo extremo em que as pessoas não podem expressar tudo o que pensam e sentem. Mas chegando na Era de Ouro, as pessoas não terão tanta maldade e isto será possível. E no mundo da quinta dimensão, muita gente fará telepatia, então não vei ter jeito de fingir.
Sexto Chacra
O sexto chacra é o terceiro olho ou chacra frontal. Ele está ligado à compreensão, conhecimento, entendimento, uma consciência mais expandida do processo todo de cura, através da intuição. Está ligado à clarividência. O indivíduo consegue enxergar a situação como um todo, consegue ver o seu papel dentro de uma situação como se fosse uma peça de teatro. Neste chacra, a pessoa tem a noção da conexão entre tudo e todos; enxerga a conexão entre passado, presente e futuro. A pessoa tem a noção de que tudo o que aconteceu, mesmo a doença e a cura pela qual está passando, vem no momento certo, que tudo está onde deveria estar.
O chacra frontal está ligado à glândula hipófise (que em verdade tem várias partes e controla a produção de vários hormônios e várias glândulas como a tireóide e as adrenais), por isto está no controle de todas as outras funções. Em verdade, tudo começa no hipotálamo que fica acima da hipófise. Os olhos e o nariz estariam neste chacra. Existem chacras secundários ligados a este que são os da clariaudiência.
Em desequilíbrio ou bloqueado, a pessoa recusa-se a enxergar a situação em que se encontra. Como se diz, "O pior cego é aquele que não quer ver." Nós nos cegamos pelo orgulho, egoísmo, medo e outras energias negativas. Tumores da hipófise que comprimem o quiasma óptico (que contém os nervos que ligam os olhos ao cérebro) e produzem cegueira surgem em pessoas que se recusam a ver a situação emocional pela qual passou ou passa. Sinusite, sangramento no nariz, rinite ocorrem quando o chacra está em desequilíbrio. Geralmente a pessoa se decepciona com alguma situação gerada por alguém próximo e se recusa a aceitar, a enxergar a realidade.
O terceiro olho pode ser equilibrado com a aceitação das situações e algumas pessoas precisam limpar muita raiva, limpar o restante dos chacras para abrir o terceiro olho.
Sétimo Chacra
O sétimo chacra é o coronário ou chacra da coroa. Este chacra está ligado à sensação de desapego do mundo material, de ligação com o Divino. Acima deste chacra, até o décimo segundo, são níveis diferentes de desapego e de ligação com Deus.
A glândula deste chacra é a pineal (algumas pessoas dizem que a pineal é o terceiro olho). Esta glândula funciona regulando os ciclos de vígília e sono através da luz que entra pelos olhos. Quando está escuro, a glândula pineal produz melatonina a partir do aminoácido triptofano. A melatonina é um anti-oxidante natural, produzido por animais e plantas. De dia, esta melatonina se converte em serotonina, que é o neuro-hormônio responsável pelo bom humor. Ou seja, quanto melhor uma pessoa dormir, mais serotonina terá de dia. A melatonina tem um metabólito chamado dimetiltriptamina (DMT), que dizem atuar na glândula pineal produzindo os efeitos mediúnicos. O DMT seria mais produzido nas situações de experiência de quase morte, na meditação, nas preces, nas danças, no yoga e em diversas experiências espirituais. Por isto foram adotados certos rituais nas religiões antigas e no xamanismo.
Quando a pessoa está em equilíbrio, entende que está feliz mesmo sem o que almejava e por isto desapega do seu desejo que gerou todo o desequilíbrio anterior. É o momento que na cura, a pessoa desapega de todos os valores anteriores e crenças negativas anteriores que eram inúteis, joga-os no lixo, desapega destes valores e crenças velhas.
A primeira fase da cura pelo Feng Shui é exatamente se livrar de tudo o que não serve mais, tudo o que atravanca o local para que a energia flua, para dar espaço ao novo.
CHACRAS DA QUARTA DIMENSÃO
Nota: Estes chacras da quarta dimensão estão acima da cabeça, não possuem uma glândula do corpo físico diretamente associada a cada um.
Oitavo Chacra
"DESCRIÇÃO: O primeiro chacra da quarta dimensão é o trono da alma. Nos chacras da terceira dimensão, a Terra designa o número ZERO e representa a existência física. É sólido e concreto. O trono da alma é o trono da nossa existência na quarta dimensão, assim como a Terra é a linha de base para a nossa existência na terceira dimensão. COR: Turquesa"
Este chacra é o vazio após a resolução da cura, como se você desapegasse de toda a doença emocional anterior e agora, sem ela, está sem nada. Imagine você fazendo uma limpeza, um bota-fora na sua casa. Ao desapegar das coisas que você não usa mais, sobram espaços vazios onde você poderá preencher ou não com coisas novas.
É o vazio das possibilidades, onde tudo é possível. A pessoa sente a totalidade e a integração com o mundo. Nesta fase, há um silêncio na alma, pois antes do processo total de cura, você estava repleto do barulho dos sentimentos que ainda não tinham sido curados, das memórias anteriores das situações que te prendiam emocionalmente.
É a sensação de liberdade, de ter se mudado para um lugar novo em que você não conhece nada. Tudo pode acontecer ali. Você chegou a uma nova terra, a uma nova vida.
É como se fosse uma pausa numa partitura de música, antes de entrarmos para a nova oitava.
Você chegou ao topo da montanha, já agradeceu ao Senhor por tudo no chacra coronário. Agora pode simplesmente parar, sentar ou ficar de pé e olhar para tudo em volta, ver a paisagem toda por cima. É uma nova perspectiva.
E é deste lugar que você consegue enxergar a montanha toda, o seu corpo todo como algo completo, já curado. Você começa a agradecer pela cura conseguida.
É como a música do Roberto Carlos, "A Montanha":
"Eu vou seguir uma luz lá no alto
Eu vou ouvir uma voz que me chama
Eu vou subir a montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezar.
E que os homens jamais se esqueçam de agradecer
Por isto eu digo
Obrigado Senhor "
Neste estágio, as coisas começam a acontecer como se fossem mágica. Pois quanto mais gratidão você tem, Deus também fica grato de ver que o bom filho à casa torna, que Deus está recebendo o reconhecimento. Coisas, pessoas, situações começam a acontecer nas nossas vidas em sintonia com nossos pensamentos. Em verdade, já aconteciam em sintonia com nossos pensamentos, no entanto agora é de maneira agradável e vem com tudo o que é de bom que você precisa para recomeçar.
O livro "O Segredo" fala dos estágios anteriores dos chacras até você chegar a este chacra. O livro "A Magia" que é a sequência deste livro de Rhonda Byrne nada mais é do que fazer as pessoas agradecerem e enxergarem as suas vidas pelos olhos da gratidão. Quanto mais gratidão as pessoas tem, mais Deus retribui com mais coisas boas. Esta é a mágica, algo simples.
Os tibetanos e os nativos americanos usam muito pedras de cor turquesa e consideram esta cor sagrada.
Nono Chacra
"DESCRIÇÃO: O nono chacra corresponde ao chacra básico na rede de chacras tridimensionais. O nono chacra corresponde ao corpo de luz. Está relacionado à alegria. Quando este chacra é ativado, o corpo de luz está na sua estrutura celular e sub-celular. COR: Verde azulado"
Após a sensação de vazio com plenitude do oitavo chacra, no nono chacra este vazio é preenchido com as "graças", com as recompensas divinas ao esforço empreendido para a cura.
O nono chacra é a satisfação, a alegria de chegar à cura. O desapego em conjunto com a alegria. É como a música do Caetano Veloso, "Alegria, Alegria":
"Caminhando contra o vento,
Sem lenço e sem documento,
num sol de quase dezembro
Eu vou..."
Sem lenço e sem documento, com desapego. O sol é o símbolo do divino, da luz do chacra coronário. O sol de quase dezembro é o sol de novembro e novembro seria como o número nove, estamos falando do nono chacra.
É a força e a luz por trás da forma. É como se nós sentíssemos a força vital que está presente dentro de nós. É a força vital, o seu corpo de luz. O "chi" das religiões orientais, o "chai" dos hebreus, o "chaitanya" em sânscrito. É a consciência da existência do nosso corpo de luz. Sente-se esta energia, esta luz percorrendo o nosso corpo. É como um aumento de energia quando se faz exercícios físicos, yoga. É uma sensação calor, luz, vitalidade. Pode ser uma sensação de formigamento por todo o corpo, como se os átomos estivessem se separando e se juntando novamente.
Sente-se um torpor, adormecimento. Depois uma leveza, o fluir como se fosse eletricidade da energia no corpo todo. A pessoa pode aqui ter acessos de riso. É a alegria, como uma alegria de criança, com humildade e paz. Perceba que Buda e Shiva quando meditam apresentam um sorriso no rosto. E o mais interessante é que a palavra "GRAÇA" neste sentido, além dos presentes divinos após a cura, podem ser também esta alegria que leva ao riso, isto sim tem muita graça!!!
Os pensamentos começam a ser percebidos como pacotes de energia.
Donald Epstein chama esta onda de calor ou formigamento de "Onda somato-psíquica".
Saiba mais sobre o Corpo de Luz:
O Que É Corpo de Luz? (Arcanjo Uriel)
Construindo o Corpo de Luz (Exercícios - Cura e Ascensão)
Auto-Ativação do Corpo de Luz (Consciência Estelar)
Chakras Alfa e Ômega
Décimo Chacra
"DESCRIÇÃO: O décimo chacra está associado ao chacra da polaridade na terceira dimensão. Está relacionado às polaridades – a integração do eu masculino com o eu feminino. Este chacra começa a funcionar realmente quando estas energias masculinas e femininas estão em equilíbrio total. Isto é experimentado sem nenhum esforço e é um alinhamento da alma. COR: Pérola"
Este é o chacra da Ascensão, da Unicidade. Quando você começa a harmonizar os opostos, você cessa a dualidade e entra na Unicidade, na Consciência Universal. Não há mais trevas, há apenas a luz.
Quando no nono chacra sentimos a luz que temos além do nosso corpo, no décimo chacra nós somos a própria luz. Não sentimos o amor, somos o amor. Nós nos sentimos ligados a todos os seres vivos.
Existem pessoas que neste estágio chegam a sair do corpo e a se fundir com o cosmos, ter esta sensação que é mais incrível do que qualquer coisa descrita.
É a hora em que surgem as "asas", que transportarão a pessoa para cima, como um ser Divino, como se a pessoa adquirisse as asas do anjo humano.
Com este chacra aberto, ao se ligar com a Consciência Universal, recebemos informações artísticas, científicas, religiosas ou filosóficas provenientes da Fonte Universal. Tudo isto pode vir em forma de um Mestre, de Deuses, de santos. Esta comunicação se dá por meio da luz, do tom, da respiração e do movimento.
A consciência neste estágio é atemporal. Está acima das palavras e da dualidade, baseia-se na caridade e no não-julgamento.
Décimo Primeiro Chacra
"DESCRIÇÃO: Este é o chacra das energias da Nova Era. Corresponde ao chacra solar na terceira dimensão; conectar o terceiro chacra ao décimo primeiro chacra permite que nós consigamos diminuir os traumas das vidas passadas e presente que estão armazenados no terceiro chacra. A energia do décimo primeiro chacra seria como uma onda e se move através do seu corpo e sai dele sem ficar no corpo ou se ligar a alguma área do corpo perceptível. COR: Rosa alaranjado"
A Nova Era é um período em que nós conseguimos nos curar dos carmas anteriores com mais facilidade. O mundo de regeneração é assim. Muitas curas serão conseguidas a nível quântico e muito rapidamente.
O chacra solar da terceira dimensão (do nosso corpo material) lida com os desejos que são frutos de missões de outras vidas (por exemplo, o desejo de fazer advocacia tem a ver com lidar com injustiças em outra vida e ter de lidar com leis).
No décimo primeiro chacra, nós compreendemos que temos Deus dentro de nós por nos unirmos ao Cosmos no décimo chacra e precisamos levar esta consciência para as nossas vidas e para o mundo. São conhecimentos de inspiração divina. Muitas destas ideias nortearam a humanidade, porém não foram bem recebidas no começo porque não correspondiam ao estágio em que a humanidade estava. Para trazer os conhecimentos divinos ao mundo principalmente quando são inovadores, a pessoa precisa ter espírito de liderança.
Nossos desejos e pensamentos, por estarem agora conectados com a Vontade Divina, começam a se manifestar muito mais rapidamente, como se fosse mágica de fato. Começamos a perceber o quanto realmente somos responsáveis por tudo o que acontece à nossa volta. Esta consciência nos liberta de nos apegarmos às emoções negativas e atos negativos.
Neste estágio, ainda precisamos curar muitas coisas na nossa vida. Em verdade, chegamos neste estágio a cada questão resolvida. Portanto, é necessário utilizar o mesmo caminho de cura para todas as questões da nossa vida. A diferença é que chegando neste estágio a consciência de todo o processo se torna facilitada e o restante das curas se tornam mais fáceis.
Donald Epstein cita a palavra "entusiasmo" que vem de "entheos" ou Deus em grego, a presença de Deus com alegria, para definir esta parte do caminho, pois por mais dificuldades que a pessoa esteja enfrentando, ela consegue enxergar à sua volta os processos de cura que podem estar acontecendo tanto com a própria pessoa quanto com os outros. É como se a pessoa encarasse velhos problemas com novos olhos.
Por conseguir entender o significado do pensamento negativo e do pensamento positivo e que cada uma destas coisas afetam diretamente tudo à nossa volta, a pessoa ao abrir este chacra compreende que a prece é uma bênção.
Ao mesmo tempo que temos consciência da nossa unidade com a consciência divina, temos também a humildade de compreender que somos meros canais de expressão desta mesma consciência. É como se disséssemos, "Seja feita a Vossa Vontade assim na Terra como no Céu." Este chacra é o correspondente ao laríngeo na terceira dimensão.
Décimo Segundo Chacra
"DESCRIÇÃO: O décimo segundo chacra é a consciência Crística, que é a energia de transformação que conecta todas as formas de energia. É associado ao chacra cardíaco na terceira dimensão. COR: Dourado brilhante"
Quando abrimos este chacra, sentimos uma necessidade de servirmos ao próximo e à toda a sociedade, à toda a comunidade, pois sentimos nossa conexão com o todo. Já não podemos mais restringir a cura para nós mesmos. Precisamos levar a cura para as pessoas que estão à nossa volta.
Donald Epstein diz:
"É impossível criar uma comunidade produtiva que se baseie em crenças incorretas, inadequadas ou incompletas. Quaisquer conceitos de ciência, economia, sociologia, religião ou cura que não criem alegria, a compaixão, a humildade, o amor e o senso de responsabilidade moral por nossas escolhas não são verdadeiramente válidos. Qualquer sistema social que separe as pessoas umas das outras não está em ressonância com os estágios finais da cura e deve passar por uma transformação com vistas à completude. Ora, é tempo de isso acontecer."
A conexão se faz com todas as pessoas e com a Natureza. Fazemos parte de um todo. Precisamos levar a mensagem para o mundo. A mensagem de união entre os povos, a mensagem de amor ao próximo, da solidariedade, da ecologia.
Este chacra é como uma comunhão, comungamos com nós mesmos, com a Fonte, com a Terra e o Universo.
É neste chacra que podemos considerar que adquirimos a nossa coroa de ouro, nos tornamos reis e rainhas no mundo espiritual e podemos oferecer esta energia dourada para todos. E assim, espalhando as graças para todos, multiplicamos as moedas douradas do Reino dos Céus e faremos a fortuna divina. É o chacra da abundância.
Este é o chacra da quarta dimensão que corresponde ao chacra cardíaco, do coração e emite uma luz dourada. É por isto que aqueles que tem a capacidade de amar e de caridade são considerados como tendo um coração de ouro.
Quando todos nós conseguirmos fazer este processo em todos os atos de nossas vidas, estaremos vivendo na Era de Ouro, nesta abundância de energia dourada.

Bibliografia: Os 12 Estágios da Cura (Donald M. Epstein eNathaniel Altman)